quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

EM 2009...


* Nigroover passou a ser uma das bandas mais conhecidas e respeitadas da cena musical fortalezense.
*Gravamos "Juliana Contratempo" e "Bebé". Lançamos a primeira música como single (arquivo) na internet.
*Nigroover abriu o show do cantor Nando Reis no Mucuripe Club e fechou a noite em que o cantor Seu Jorge se apresentou no Mucuripe Club
*Gravamos o clipe de "Juliana Contratempo" com o diretor DAvi Onofre.
*Nigroover participou do Ceará Music pela primeira vez num supershow no palco Arcos da Lapa. Também participamos de bons programas nas Tvs Diário e O Povo.
* Passamos a ser patrocinados pela loja Br'ansk.
* Nigroover contou com a colaboração de importantes profissionais e amigos para fazer com que nossas idéias e iniciativas tivessem maior alcance e qualidade. São alguns deles: Sergio Ribeiro, Eddy, Coruja, Gessica Marques, Léo Paiva, Davi Onofre,Lucas Onofre, Roberta Bonfim, Cleber, Erlon, Michel, Bebeco, Pepeu, Batata, Daniel, Max, Rubens, Marcia D'Julio, Dj Malloy, entre outros.
*Foram criados os bloggers Tsunami do bem (Nigroover) e Tanto (Níguer).
*Foi apresentado ao público em geral o projeto Níguer + 2, com versões acústicas e leituras inusitadas para um repertório escolhido com muito carinho.Com esse formato passei a tocar em casas como Degusti, Butiquin, La Casa, Mbar e eventos como Luau dos ventos no Cumbuco.
*Conheci alguns dos atores do Cia.de teatro Os melhores do mundo.
*Fui entervistado no programa Sua manhã por Maísa Vasconcelos sobre Preconceito social e racial.
*Agradeço o apoio de sempre da geral do Órbita bar, Mucuripe Club e das casas por onde passamos e deixamos nossa "vibe" nesse ano.
*A todos vocês que acompanham meu trabalho e idéias e que me enviam tanta energia positiva, os desejos de um 2010 cheio de luz e trabalho.

Logo mais tem mais....
...Até!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Falta um dia pra que mesmo?



De verdade não falta um dia. O dia está lá... Ou estará.
Faz falta siM, caso falte...
Mas não falta, não!

Pode faltar luz ou energia (como queiram)
Faltar o ar num beijo caliente
Faltar o chão na decepção
Faltar dinheiro pra ração
Mas dia.. dia não falta

O dia vai estar lá
Nós, de repente, podemos faltar
Dada a nossa improvisão e inconsequencia
MAs o dia nasce, segue e quando menos se espera..!vupt!!
dá a volta e renasce, lindo pra quem tem olhos de enxergar...

Com a pujança dos bravos e senhores de si
Com a luz e a orientação
A paz e a certeza
A segurança
e o abrigo
O calor e as chances...
Saiba: não falta um dia
Ele virá e irá
mas não vai faltar

e é porque nem começamos a falar... da noite.

Níguer

FELICIDADES NESSE NOVO CICLO
ATÉ!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

O QUE SERÁ DO NOSSO MUNDO??

Leiam essa letra de Aluisio MAchado gravada por Martinho da vila em 1987. Digam se não tem tudo a ver com o contexto atual.

EFEITOS DA EVOLUÇÃO

Até as estações do ano
Já perderam o seu valor
Primavera no outono
E faz frio no calor
Tem muito mais
Basta querer raciocinar
Imaginem minha gente
Explodindo a bomba H
Se o mar recuperasse
Seu verdadeiro lugar

Eu na minha ignorância
Não consigo ignorar
De que vale a inteligência
Quando a tendência é má?


Vejo a dona ciência
De braços dados com a evolução
Caminhando a passos largos
Para a exterminação

Vejo o polo degelar
Sinto a poluição
Vejo a guerra se alastrar
É irmão matando irmão

Se o Cristo aqui voltar
Com a intenção de nos salvar
Será preso, algemado
E nem vai poder falar

domingo, 27 de dezembro de 2009

Sobre o Natal...

Natalino José do Nascimento; no mundo do samba, o , eterno Natal da Portela. Nascido em 31 de julho de 1905, na cidade de Queluz-SP, Natal veio para a cidade do Rio de Janeiro ainda menino, para, mais tarde, tornar-se uma das figuras mais cariocas do cenário popular brasileiro.
Natal teve sempre uma grande participação na Portela, uma vez que na casa de seu pai, Napoleão José do Nascimento, a escola foi fundada.
Quando jovem, Natal foi trabalhar na Central do Brasil e aconteceu o acidente que mudaria a sua vida por completo: com 25 anos, teve o braço direito amputado.
Virou lenda na Portela; foi um homem que deixou marcas na história da escola e do samba no Rio de Janeiro. Mesmo sem ter feito um único samba, deixou claramente registrado o que é realmente ser Portela. Por conta do destino, transformou-se no “homem de um braço só”. Foi o, primeiro “bicheiro” de uma escola de samba.

Com o passar dos anos, Natal tornava-se um ídolo em Madureira: seu nome era saudado, reconhecido, era cumprimentado por todos. Ajudava a todos que encontrava, com dinheiro, alimentos, sempre lembrando-se dos momentos difíceis de sua infância. Em 1959 então Ministro das Relações Exteriores Francisco Negrão de Lima convidou-o a levar o Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela a apresentar-se no Palácio Itamaraty, representando a cultura brasileira para a Duquesa de Kent, em visita oficial ao nosso país.
Sua vida foi marcada por alguns momentos ruins, como cometer um homicídio, mas acabou absolvido e libertado, alegando legítima defesa. Na saída, uma multidão já o aguardava, fora do presídio, para recebê-lo e saudá-lo.
A casa construída por Natal em Madureira tem no alto das paredes da sala pintados os bichos da contravenção. Essa pintura é conservada pelos seus filhos até os dias de hoje; um deles pretende transformá-la em Centro Cultural.
Devido a vários problemas de saúde, em 05 de abril de 1975, Natal da Portela, deixou órfãos os que tem amor pela Portela. Legou-nos a coragem para elevar o nome de nossa escola, acima das vaidades pessoais. Tornou-se, em homenagem póstuma, o Presidente de honra da Portela.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

NIGROOVER NA TV


Amanhã (12.12.09) NIGROOVER no SÁBADO ALEGRE ,TV Diário-canal 22 (Fortaleza-CE) - 16:00 hs.
ESPALHA A NOTICIA, AFASTA O SOFÁ E DANÇA GERAL!! NÃO PERCA!!!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Logo


Escrevo logo
Antevejo a reação
Só recebo a compaixão
Impressa em branco e preto

Arranjo, envio sem pensar
Almejo satisfação
Só levo comigo o que me cabe
Expresso, um tanto seco

Sem ponto
Sem noção
Sem espaço

Sigo
Sem notar o quanto deixo para trás
Sigo
Sem limpar o que encontro em meu umbigo
Digo
Sem notar a dimensão do que é falar
Digo
Pra quem tem olhar, valor e dois ouvidos